Teatro Desporto é uma forma de representação onde duas equipas de actores fazem cenas de teatro improvisadas, em forma de concurso, através de jogos pré-definidos. Com a ajuda de um apresentador, o público faz parte das cenas para que os jogos ocorram, interagindo e sugerindo relações, problemas, locais, etc., mas também sendo "juízes". A clareza da estrutura do "concurso" faz deste espectáculo uma forma dinâmica que dá espaço para cenas hilariantes e pouco convencionais. O músico em palco improvisa sons em instrumentos de percussão e outros artesanais, com base no jogo que está a decorrer, o que proporciona um efeito surpresa rico e dinâmico às cenas. O Teatro desporto é a comédia de improviso em que o público ri das variadas maneiras de improvisação dos atores.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
O que são jogos Folclóricos?
Além dos contos, danças, festas e lendas, o folclore brasileiro é marcado pelas tradicionais brincadeiras.
As brincadeiras folclóricas são aquelas que passam de geração para geração. Muitas delas existem há décadas ou até séculos.
Costumam sofrer modificações de acordo com a região e a época, porém, a essência das brincadeiras continua a mesma da origem.
Grande parte das brincadeiras folclóricas envolve disputas individuais ou em grupos. Possibilitam também a integração e o desenvolvimento social e motor das crianças.
A preservação destas brincadeiras é muito importante para a manutenção da cultura folclórica. Por isso, são muito praticadas, principalmente, durante o mês de agosto que é destinado ao folclore.
Jogos, brincadeiras e brinquedos do folclore:
- Soltar pipa: as pipas, também conhecidas como papagaios, são feitas de varetas de madeira e papel. Coloridas, são empinadas (soltadas) pelos meninos em dias de vento. Com uma linha, os garotos conseguem direcionar e fazer malabarismos no céu.
A preservação destas brincadeiras é muito importante para a manutenção da cultura folclórica. Por isso, são muito praticadas, principalmente, durante o mês de agosto que é destinado ao folclore.
Jogos, brincadeiras e brinquedos do folclore:
- Soltar pipa: as pipas, também conhecidas como papagaios, são feitas de varetas de madeira e papel. Coloridas, são empinadas (soltadas) pelos meninos em dias de vento. Com uma linha, os garotos conseguem direcionar e fazer malabarismos no céu.
- Estilingue: também conhecidos como bodoques, são feitos de galhos de madeira e borracha. Os meninos usam pedras para acertar alvos (latas, garrafas e outros objetos).
- Pega-pega: esta brincadeira envolve muita atividade física. Uma criança deve correr e tocar outra. A criança tocada passa ter que fazer o mesmo.
- Esconde-esconde: o objetivo é se esconder e não ser encontrado pela criança que está procurando. A criança que deverá procurar deve ficar de olhos tapados e contar até certo número enquanto as outras se escondem. Para ganhar, a criança que está procurando deve encontrar todos os escondidos e correr para a base.
- Bola de gude: coloridas e feitas de vidro, são jogadas no chão de terra pelos meninos. O objetivo é bater na bolinha do adversário para ganhar pontos ou a própria bola do colega.
- Boneca de pano: feitas pelas mães e avós, são usadas em brincadeiras pelas meninas para simular crianças integrantes de uma família imaginária.
- Pião: a brincadeira de pião ainda faz muito sucesso, principalmente, nas regiões do interior do Brasil. Feitos de madeira, os piões são rodados no chão através de um barbante que é enrolado e puxado com força. Muitas crianças pintam seus piões. Para deixar mais emocionante a brincadeira, muitos meninos fazem malabarismo com os piões enquanto eles rodam. O mais conhecido é pegar o pião com a palma da mão enquanto ele está rodando.
O que é jogo cooperativo?
Nesse contexto e em busca de superar a visão excessivamente esportivizada da Educação Física e a exacerbação da competição, os Jogos Cooperativos (JC) são apresentados como uma nova e importante proposta para o cotidiano da Educação Física escolar. Embora ainda seja considerada uma proposta carente de estudos e de aprofundamento em alguns aspectos filosóficos, sociológicos e pedagógicos, apresenta-se como bastante adequada aos propósitos de uma Educação Física escolar não competitiva (Correia, 2006b; Darido, 2001).
Educação Física escolar, esportivização, competição e Jogos Cooperativos
A EF escolar é historicamente influenciada pelo esporte de rendimento, além de facilmente incorporar a competição como elemento fundamental de sua existência. Lovisolo (2001) confirma isso, da seguinte forma: "considero que a competição que se expressa em ganhar e perder é a alma do esporte" (p.108) e "creio, portanto, que se há atividade esportiva na escola, algum grau de competição estará presente" (p.109).
Essa visão (compartilhada por muitos professores) demonstra o quanto ainda encontra-se polêmico o ideal de uma Educação Física escolar que supere a predominância das concepções competitivista e esportivista. Sob essa perspectiva, as aulas são orientadas pela adaptação do esporte de rendimento às condições estruturais da escola, criando o processo de esportivização das atividades e reforçando o "mito da competição" (Correia, 2006a). Mito que acaba perpetuando uma concepção equivocada de que o aluno precisa aprender a competir para sobreviver às adversidades sociais, políticas e econômicas da vida lutando contra seus pares.
Por isso, entendemos a importância e a relevância de estudarmos e refletirmos sobre a proposta dos JC como possibilidade de intervenção teórica e prática nesse contexto polêmico. Para Bertrand (2001), a educação do futuro exigirá das crianças e jovens de hoje a formação de valores diferentes da competição, da segregação e do racismo, a Educação Física escolar e os Jogos Cooperativos podem devem assumir tal desafio (Correia, 2006a).
sábado, 14 de maio de 2011
Classificação de jogos recreativos ou atividades recreativas
O objetivo da classificação de jogos recreativos ou atividades recreativas, além da padronização, é evidenciar a funcionabilidade dessas atividades dentro de uma programação ou de um programa de lazer e recreação.
Para escolhermos uma determinada atividade para fazer parte da nossa programação, é necessário que saibamos suas características e classificações.
De acordo com os objetivos aos quais nos propomos alcançar, escolhemos uma determinada atividade recreativa.
De acordo com os objetivos aos quais nos propomos alcançar, escolhemos uma determinada atividade recreativa.
Vejamos o que alguns como alguns autores classificam as atividades recreativas:
Segundo Ferreira, Vanja. Educação Física - Recreação, Jogos e Desportos; 2003
Classifica os jogos ou (atividades) como:
Grande jogo - grande números de participantes. Difícil se ser dominado.
Pequeno jogo - extrai dos participantes características individuais como: velocidade, destreza, força.
Revezamento ou Estafetas - constitui-se pelo revezamento dos participantes para a realização de tarefas. É uma atividade em grupo que preza pelas potencialidades individuais. Indicado para a infância. Jogos combinados (exigem mais de uma aptidão física), correr, saltar, giros.
Aquáticos - jogos realizados dentro da água, com excelente valor terapêutico por diminuir o impacto causado pelo solo.
Jogos sensoriais - utilizam os sentidos (tato, visão, audição, etc). esses jogos desenvolvem o pensamento, diminui a tensão.
Jogos Sociais de Mesa - jogos que são realizados na mesa, com caráter educativo, sem estimular os jogos de azar.
O que é jogo?
Jogo é toda e qualquer atividade em que as regras são feitas ou criadas num ambiente restrito ou até mesmo de imediato, em contrapartida ao desporto (esporte, no Brasil), em que as regras são mais estáveis. Geralmente, os jogos têm poucas regras e estas tendem a ser simples. Pode envolver um jogador sozinho ou dois ou mais jogando cooperativamente.
Jogos são atividades estruturadas ou semi-estruturadas, normalmente praticadas com fins recreativos e, em alguns casos, como instrumento educacional.
São, geralmente, distintos do trabalho, que visa remuneração e da arte, que está geralmente associado à expressão de idéias.
Esta separação não é sempre precisa, assim, há jogos praticados por remuneração e outros associados à expressão de idéias e emoções.
Jogos geralmente envolvem estimulação mental ou física, e muitas vezes ambos. Muitos deles ajudam a desenvolver habilidades práticas, servem como uma forma de exercício, ou realizam um papel educativo, simulacional ou psicológica.
De acordo com Chris Crawford, a exigência de interação entre jogadores coloca atividades como quebra-cabeças e "jogos" de paciência na categoria dos quebra-cabeças ao invés de jogos.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Imaginação e recriação do brinquedo
O brinquedo industrializado é uma mercadoria criada para formar nas crianças modos de agir e de pensar correspondentes aos da ideologia dominante.
Ao contrario do que se da com os adultos, as crianças não procuram no brinquedo uma forma de evasão. Desejam, sim, explorar e conhecer melhor o real, criando-o ou recriando-o, à sua maneira. Assim, o uso e o sentido que atribui ao brinquedo nem sempre é aquilo que as aparências sugerem; nem sempre é obvio, com geralmente ocorre quando adultos estão brincando.
No brinquedo, o modo de pensar e agir da criança freqüentemente se opõe ao modo de agir e pensar do adulto. Isso acontece quando as crianças, por exemplo, “encostam” brinquedos mais caros e sofisticados e se apegam a outros bem simples, aos quais o mundo adulto não dá valor algum. Nesses, porem, encontram uma matéria fértil para sua fabulação.
O exercício da fantasia é, para criança, uma possibilidade de liberação para que seus desejos se manifestem e realizem. Ela se torna ainda mais importante na medida em que permite às crianças expressar simbolicamente tudo aquilo que foi reprimido através de um processo fluente, natural e sem culpa.
Aos poucos, porem, à medida que as crianças vão crescendo e que a sociedade procura moldá-las à sua imagem (arida, adulta, e limitada), muito se perde da sensibilidade e da riqueza expressiva.
Os brinquedos se revelam extremamente importantes nesse processo, já que permitem um espaço em que as crianças podem resistir a essa tentativa de mutilação social dos sentidos. (Paulo de Salles Oliveira)
O brinquedo e a criatividade
Há varias possibilidades de entendimento da criatividade. Existem explicações que valorizam a pessoa que cria; outras enfatizem o processo criador;A primeira delas é aquela que define a criatividade como um dom. Sendo a criatividade uma dádiva de nascença, ela é restrita a determinadas pessoas.
Uma segunda forma de interpretação da criatividade coloca-se no extremo oposto da perspectiva anterior. Assumindo uma postura de caráter liberal, nega que a criatividade seja uma qualidade intrínseca de uns poucos bem-dotados.
É um posicionamento que pode ser depreendido em situações nas quais, por exemplo, um professor de atividades artísticas procura comportar-se como um “colega de classe” de seus alunos. Sua proposta básica se resume em solicitar aos alunos que “façam o brinquedo que bem quiserem” porque “o professor não deve impor nada”.
Sob a aparência de liberdade, reina de fato a ilusão quando um pai, por exemplo, ainda que movido por boas intenções, presenteia seus filhos com brinquedos eletrônicos para que, assim, eles possam exercer sua criatividade, ajustando-a aos novos tempos da informática, acaba reforçando essa ilusão.
A posse do objeto-brinquedo vem minimizar o mal-estar ou o “atraso cultural” causando pelo não-conhecimento. Do mesmo modo, o professor ao ”dar liberdade” e “abolir imposições” acaba rejeitando a figura do mestre soberano, dono do saber, mas também abdica de sua atuação educativa, que não é feita de imposições, mas tampouco de concessões absurdas (o que é dar liberdade?).
A terceira perspectiva questiona as outras duas e propõe outro encaminhamento. A criatividade nem é dom de um determinado número de privilégios bem-nascidos nem tampouco é prática que necessariamente ocorre quando se “dá liberdade”. A criatividade supõe trabalho. (Paulo de Salles Oliveira)
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